De acordo com algumas pesquisas, a diferença distintiva entre uma primeira língua (L1) e uma segunda língua (L2) é a idade na qual a língua é aprendida. Por exemplo, o linguista Eric Lenneberg definiu segunda língua como uma língua adquirida conscientemente ou usada por seu falante depois da puberdade.
A L2 é a aquisição de uma língua escrita que representa a oral-auditiva, enquanto que a L1 é a representação através da linguagem de sinais; da mesma forma que crianças ouvintes adquirem, normalmente, uma língua estrangeira como segunda língua, a criança surda aprende a sua língua “materna” de forma escrita como ...
Para os surdos, a aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais – Libras como primeira língua (L1) propicia o desenvolvimento linguístico, cognitivo, psicológico e social tornando-os indivíduos constituídos integralmente, pois enquanto língua oportuniza a comunicação, a socialização, a formação de conceitos e a ...
Para o estudo de idiomas, L1 é a língua materna do estudante, aquele idioma falado no seu país de origem. O conceito de L2, por sua vez, engloba todas as outras línguas aprendidas pelo estudante.
O bilinguismo defende o uso de duas línguas na educação dos surdos: a lín- gua de sinais como primeira língua, e a língua majoritária (a Língua Portuguesa, no caso dos surdos brasileiros), como segunda língua.
16 curiosidades que você vai gostar
Como o nome já diz, a Língua Brasileira de Sinais é uma língua reconhecida e utilizada no nosso país. Ela foi criada junto com o Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), a partir de uma mistura entre a Língua Francesa de Sinais e de gestos já utilizados por surdos brasileiros.
Libras = abreviação de Língua Brasileira de Sinais. Libras é a língua de sinais usada pela comunidade de surdos no Brasil e já foi reconhecida pela Lei.
A Libras (Língua Brasileira de Sinais), que teve sua origem na língua de sinais francesa, é uma forma de comunicação dos surdos.
Todo aquele indivíduo no qual é exposto a uma língua em uma determinada comunidade ou região é um falante nativo. A fala é adquirida naturalmente e o indivíduo pode ser considerado um falante competente da comunidade linguística da qual faz parte.