ELISA (do inglês Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) ou ensaio de imunoabsorção enzimática é um teste imunoenzimático que permite a detecção de anticorpos específicos (por exemplo, no plasma sanguíneo). Este teste é usado no diagnóstico de várias doenças que induzem a produção de imunoglobulinas, entre outras.
Conjugado: moléculas elétron-densas. - Imunoenzimáticos: Baseadas na utilização de Ag ou Ac marcados com enzimas e permitem a detecção, quantificação e titulação de substâncias. - Localização de componentes celulares. - Medidas de pequenas concentrações de Ag, Ac ou haptenos.
O conjugado empregado utilizada antiimunoglobulina humana que reage com o anticorpo da amostra capturado pelo antígeno e a reação e revelada com a solução cromógena. O grau de degradação do substrato, indicado normalmente pela intensidade da cor da solução, é proporcional à concentração de anticorpo.
Resumo. O radioimunoensaio quantifica reações antígeno-anticorpo, permitindo medidas precisas em amostras desconhecidas. O princípio do método é que o reagente marcado permite a quantificação do reagente não marcado na amostra.
O teste imunocromatográfico é um tipo de teste rápido que identifica doenças infecciosas, hormônios e outros analitos, por associação específica a anticorpos com partículas coloridas conjugadas. O resultado de um teste de imunocromatografia geralmente considera a presença de antígenos na amostra.
Para ensaios anticorpo-baseados (immunoassays), o anticorpo usado para detectar o antígeno do interesse deve ser conjugado a uma molécula que possa ser detectada, referida frequentemente como a etiqueta.
Os resultados obtidos via teste rápido podem fornecer dados importantes para o entendimento e o rastreamento da infecção pelo novo coronavírus em toda a população brasileira.
- ELISA Direto Quando o antígeno/alvo está ligado na placa, e um anticorpo (AC) primário já conjugado com um emissor de cor ou fluorescência é colocado diretamente sobre o alvo. A sensibilidade deste tipo de ELISA é a mais baixa e quase não é usado.
O teste de “ELISA” (do inglês “Enzyme Linked ImmunonoSorbent Assay) se baseia reações antígeno-anticorpo detectáveis através de reações enzimáticas. A enzima mais comumente utilizada nestas provas é a peroxidase, que catalisa a reação de desdobramento da água oxigenada (H2O2) em H2O mais O2.
Neste teste, é necessário fixar o antígeno a uma superfície sólida, e então ligar ao antígeno um anticorpo ligado a um marcador enzimático. A detecção se completa ao analisar a presença do marcador depois de lavar os poços, que - no caso da detecção enzimática - vai mudar a coloração do substrato cromogênico adicionado a placa de teste.
Há um tipo, que é menos comum, que é o ELISA de competição. Esse método pode detectar um antígeno com baixo peso molecular ou com poucos epítopos de ligação. Utiliza um antígeno marcado para competir com o antígeno alvo, então, o antígeno marcado se liga menos quanto tem menos antígenos alvos na amostra.
O desenvolvimento dessa técnica é de grande importância clínica por apresentar um bom custo e benefício e ser muito utilizado para a detecção de doenças virais, principalmente aos casos de detecção do vírus HIV.
Este teste é usado no diagnóstico de várias doenças que induzem a produção de imunoglobulinas, entre outras. Neste teste, é necessário fixar o antígeno a uma superfície sólida, e então ligar ao antígeno um anticorpo ligado a um marcador enzimático.
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