Jean-Paul Marat, amigo pessoal de David, tinha uma doença de pele especialmente dolorosa que o obrigava a permanecer dentro de uma banheira durante o dia enquanto trabalhava. Um dia, Charlotte Corday entrou no aposento, tendo como pretexto a entrega de uma mensagem e assassinou-o, enterrando-lhe uma faca no peito.
A pintura mostra Jean-Paul Marat, revolucionário francês, assassinado em casa em 13 de julho por Charlotte Corday.
Resposta: O quadro "A Morte de Marat" representa um acontecimento emblemático da Revolução Francesa (o assassinato de um dos seus chefes políticos), denunciando em simultâneo as divergências e os conflitos internos que rodearam o processo revolucionário e que só foram solucionadas com a ascensão de Napoleão Bonaparte.
É citado o fundo de características neutras e sem outros elementos que distraiam a atenção do espectador. Também o traço de qualidade e precisão e o destaque à anatomia do corpo humano, outras das características desse período, procuram revelar uma pessoa de coragem, levada ao sacrifício.
O quadro A Morte de Marat teria como objetivo levar o nome de Marat para toda a história. É o que afirmam alguns dos principais críticos e especialistas em artes do período neoclássico. É citado o fundo de características neutras e sem outros elementos que distraiam a atenção do espectador.
Temendo represálias, Marat foi forçado a esconder-se nas Catacumbas, onde contraiu uma debilitante doença crônica da pele (Dermatite herpetiforme).
É citado o fundo de características neutras e sem outros elementos que distraiam a atenção do espectador. Também o traço de qualidade e precisão e o destaque à anatomia do corpo humano, outras das características desse período, procuram revelar uma pessoa de coragem, levada ao sacrifício.