EPS nada mais é do que a sigla internacional para poliestireno expandido — o popular isopor. Esse material foi descoberto na Alemanha no longínquo ano de 1949, pela dupla de cientistas Karl Bucholz e Fritz Stastny. O EPS, ou isopor, consiste em um plástico rígido, resultado da polimerização do estireno em água.
EPS é a sigla internacional do Poliestireno Expandido. Foi descoberto na Alemanha em 1949 pelos químicos Fritz Stasny e Karl Buchholz. No Brasil é popularmente conhecido como Isopor®, marca registrada da empresa Knauf Isopor.
Dessa forma, o EPS Isopor® é utilizado na produção de capacetes, equipamentos e almofadas de segurança; seja para atividades ao ar livre, lazer, jogos ou peças técnicas.
O EPS está disponível em dois tipos: P e F, sendo que o empregado na construção civil deve, obrigatoriamente, ser da Classe F. A Comissão Setorial de EPS da Abiquim informa que esses produtos têm em sua composição um elemento que retarda a propagação das chamas, tornando-os autoextinguíveis.
Diversos materiais podem ser especificados em um projeto que prioriza o conforto térmico da edificação. Entre eles destacam-se as placas de EPS, moldadas a partir do poliestireno expandido de alta densidade. A solução tem em sua composição pequenas bolhas de ar que cumprem o papel de isolante térmico.
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EPS é a sigla internacional do Poliestireno Expandido. No Brasil, é mais conhecido pela marca "Isopor". É um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o aço. Só 0,1% do consumo total de petróleo é utilizado para a fabricação de EPS.
Ótimo aliado da arquitetura, tanto clássica como moderna, o material pode ser aplicado em acabamentos para tetos e janelas, sancas, cantoneiras, rodapés, colunas e capitéis, etc, seja para obras comerciais, edifícios ou casas.
O EPS (Isopor) possui 2 segmentos: recortados e moldados. No primeiro caso (recortados), a densidade mínima é de 10kg/m³ e a máxima de 35kg/m³, já para o segundo (moldado) é possível obter produtos que variam de 15kg/m³ a 90kg/m³, sendo que o processo para obter a densidade alta em um produto final é mais complexo.
O T3, com densidade nominal de 14 Kg/m³, é comumente utilizado para a construção de lajes, por exemplo. Enquanto isso, o T6, com densidade de 27,5 Kg/m³, apresenta uma superfície bem resistente, atendendo às necessidades de obras mais robustas ou que demandam maior precisão.