A escala de coma de Glasgow é uma escala neurológica que intenciona constituir-se de um método confiável e objetivo para registrar o nível de consciência de uma pessoa, para avaliação inicial e contínua após um traumatismo craniano.
A escala de coma de Glasgow é um método para definir o estado neurológico de pacientes com uma lesão cerebral aguda analisando seu nível de consciência.
Após a soma dos pontos na escala, o médico ou enfermeiro avaliará como a pupila reage a estímulos luminosos. Se ambas as pupilas reagirem à luz, a soma da escala se mantém. Se apenas uma pupila reagir, subtrai-se um ponto da escala. Caso nenhuma das pupilas reaja, dois pontos são subtraídos da somatória.
Uma pontuação de 8 ou menos na ECG configura uma definição geralmente aceita de coma ou lesão cerebral grave. Pacientes com lesão cerebral que tenham uma pontuação ECG de 9 a 12 são categorizados como tendo “Lesão moderada” e indivíduos com escore ECG de 13 a 15 são designados como tendo “lesão leve”.
Por isso, na Equipe de Enfermagem apenas o Enfermeiro deve aplicar a escala de Coma de Glasgow, sendo que o mesmo deverá apresentar conhecimento e competência técnico/científica para tal.
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A Escala de Glasgow foi criada em 1974 por dois professores de neurologia da Universidade de Glasgow (Escócia) para medir o nível de consciência após uma lesão cerebral. Se a soma dos resultados ficar entre 13 e 15, o trauma é considerado leve.
Para avaliação do nível de consciência de um paciente, esteja ele em estado de gravidade ou não, inicialmente é feito um exame clínico/físico a fim de colher um histórico neurológico e identificar de imediato e holisticamente, alterações na função neurológica.
Sendo assim, escore 3 representa o máximo de gravidade, e escore 15 o mínimo. Além disso, a escala serve como parâmetro para auxiliar na decisão de realizar ou não procedimentos médicos específicos, como exemplo, intuba-se o paciente sempre que a ECG estiver abaixo de 9.
(4) Abertura Espontânea: abre os olhos sem a necessidade de estímulo externo. (3) Abertura ao som: abre os olhos a partir de estímulos verbais. (2) Abertura à pressão: paciente abre os olhos após estímulos. (1) Abertura Ausente: não responde aos estímulos anteriores e os olhos permanecem fechados.
A classificação que varia de 3 a 8 pontos é considerada grave, tendo a necessidade de intubação imediata; A classificação de 9 a 12 pontos é considerada moderada; A classificação de 13 a 15 é considerada leve.
Desenvolvida pela enfermeira norte-americana Barbara Braden, trata-se de um instrumento de avaliação do risco de desenvolvimento de lesão por pressão em pacientes.
Os pacientes intubados não conseguem falar e sua pontuação verbal não pode ser avaliada. Assim, a avaliação é baseada na abertura ocular e na resposta motora, e o sufixo “T” é adicionado à pontuação para indicar a intubação.
Atenção: os estímulos dolorosos como a fricção do esterno são explicitamente desencorajados. Locais para estímulo de pressão além do leito ungueal: trapézio e incisura supraorbitária, sendo estes últimos usados na resposta motora.
Também é recomendado, nos casos de traumas, a avaliação pela ECG e acrescenta-se a letra T ao final da avaliação junto com a pontuação. Tal notificação tem o intuito de determinar se o paciente é uma vítima de trauma.
O desenvolvimento da Consciência Pessoal – os 7 níveis de consciência humanaSobrevivência Física.Consciência de Relacionamento.Consciência de Auto-Estima.Consciência de Transformação.Consciência de Coesão Interna.Fazendo a Diferença.Serviço.
Fechar os olhos do paciente por alguns segundos; Abrir os olhos e com a lanterna clínica incidir a luz diretamente sobre cada uma das pupilas por alguns segundos; Avaliar, classificar e registrar no prontuário.
São eles:eletrocardiograma;respiração;saturação;pressão não invasiva;temperatura.
A escala de agitação e sedação de Richmond (ou "RASS", do inglês "Richmond Agitation-Sedation Scale") é uma escala utilizada para avaliar o grau de sedação e agitação de um paciente que necessite de cuidados críticos ou esteja sob agitação psicomotora.
Escala de Ramsay, é uma tipo de escala subjetiva utilizada para avaliar o grau de sedação em pacientes, visando evitar a sedação insuficiente (o paciente pode sentir dores) ou demasiadamente excessiva (colocando-o em risco de morte). Tem sido usado principalmente para avaliar pacientes em unidade de terapia intensiva.
A Escala de Glasgow só pode ser aplicada a pacientes sem sedação, afinal os sedativos prejudicam as respostas avaliadas na ECG. Nessa situação, as duas escalas mais usadas são as Escalas de Ramsay e RASS, que avaliam o nível de sedação.
A avaliação do nível de consciência é um ponto fundamental na prática clínica de todos os profissionais que lidam com doentes críticos. Entre os meios mais comuns para avaliar o nível de consciência encontram-se as escalas Ramsay e Richmond Agitation-Sedation Scale (RASS), duas escalas precisas e fáceis de utilizar.
O objetivo da Escala de Braden é individualizar o tratamento que será dispensado para cada paciente de forma sistematizada através da pontuação obtida, onde o risco (que pode ser classificado em: brando, moderado ou severo) irá determinar o risco que o paciente tem de desenvolver ou não a UP(15).
2 - Umidade: refere-se ao nível em que a pele é exposta à umidade. 3 - Atividade: avalia o grau de atividade física. 4 -, Mobilidade: refere-se à capacidade do cliente em mudar e controlar a posição de seu corpo.