Distúrbio ventilatório obstrutivo é definido como uma redução desproporcional do fluxo expiratório máximo com respeito ao volume máximo de ar que o paciente pode deslocar dos pulmões.
A bronquiectasia consiste na dilatação e destruição de brônquios de grosso calibre causada pela infecção e inflamação crônicas. As causas comuns são: fibrose cística, defeitos imunes e infecções recorrentes, embora em alguns casos pareça ser idiopática.
A terapia broncodilatadora é central para o manejo da DPOC. Esse tratamento produz pequenos aumentos da função pulmonar medida pela espirometria e uma redução da hiperinsuflação dinâmica que leva à dispneia da DPOC.
Esse tipo de alteração é encontrada em doenças pulmonares obstrutivas , quando há redução do calibre dos brônquios acarretando dificuldade na entrada e saída do ar nos pulmões. As principais doenças desse tipo são : Asma e DPOC ( relacionada principalmente ao tabagismo).
Antibióticos orais ou inalatórios: Tratam as infecções que causam ou pioram as bronquiectasias, bem como evitam que se tornem recorrentes. É utilizado também nos casos de exacerbações (surtos);
Apesar das medidas de prevenção, a hiperinsuflação pulmonar é uma complicação relativamente comum após transplantes unilaterais por enfisema. Quando progressiva, pode comprimir o pulmão transplantado, gerando desvio mediastinal e insuficiência respiratória.
Aprisionamento de ar ou hiperinsuflação pulmonar é o aumento da capacidade ar armazenado nos pulmões, causado pela dilatação dos músculos respiratórios, comprometendo a capacidade mecânica dos mesmos e, consequentemente, da respiração.
“Em um tumor benigno, há uma leve mutação na estrutura genética da célula – mas não chega a prejudicá-la a ponto de se tornar degenerativa. Porém, se o tumor for maligno, os oncogenes ativadores se descontrolam, fazendo a célula se multiplicar mais do que deveria.
A alteração da relação ventilação/perfusão e o aumento do espaço morto também influenciam essa resposta. Causas menos comuns de distúrbios do controle ventilatório incluem o uso de opioides, a fraqueza neuromuscular e grave cifoescoliose.
Não há um sintoma característico de câncer que seja comum a todos os tipos. O que a maioria dos cânceres costuma manifestar são sinais e sintomas inespecíficos, como emagrecimento, cansaço, dor no corpo, etc., que podem ocorrer também em centenas de outras doenças.
Cerca de 70% dos pacientes com câncer de pulmão apresentam tosse persistente. 50% apresentam tosse com escarro sanguinolento.
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