A hipercloremia pode estar associada a diarreia, terapia com o sal cloreto, administração de líquidos ricos em cloreto, intoxicação por sal, insuficiência renal, acidose tubular renal, hipoadrenocorticismo, diabetes mellitus e alcalose respiratória crônica.
A hipercloremia é um distúrbio metabólico que ocorre quando as concentrações séricas (no plasma sanguíneo) de cloro estão elevadas e superiores aos valores de referência. Os cloretos são os ânions mais abundantes no líquidos extracelular e sua função é fundamental para a distribuição de água no organismo.
Caso a causa seja desidratação é importante reidratar oral ou intravenosamente. Caso o problema seja doença endócrina, renal ou metabólica, além de reidratar e tratamento com alcalinos (por via oral ou intravenosa) para rebalance eletrolítico, deve ser feito o tratamento adequado.
| Exame | Resultado | Valores de referência |
|---|---|---|
| Cloro | 113 | 98-107 mmol/L |
| Albumina | 4,6 | 3,5-4,7 g/dL |
| Hemoglobina glicada | 4,8 | Até 7,0% |
| Glicose | 104 | 60-110 mg/dL |
O Cloro é um eletrólito que possui diferentes funções no organismo das pessoas. Ele ajuda, por exemplo, na manutenção do equilíbrio ácido-base no sangue e também no transporte de gás carbônico que é realizado por algumas das células sanguíneas.
Entre as causas das alterações do cloro estão àquelas relacionadas ao sódio, pois estes têm estreita relação entre si. No entanto existem alterações no cloro independentes dos níveis de sódio, as quais estão relacionadas com o equilíbrio ácido básico.