O esterco fresco tem altas concentrações de nitrogênio e por isso, se for usado diretamente no solo, pode queimar as plantas.
Os fertilizantes contêm em sua composição nitratos e fosfatos, e uma vez lançados nas lavouras são posteriormente arrastados com a água das chuvas para o leito dos rios ou se infiltram no solo, indo para os lençóis freáticos e mananciais.
Antes de colocar o esterco no vaso, coloque entre 20 e 30 centímetros de terra, a medida ideal para este espaço é utilizar uma parte de esterco para duas de terra, aplicar também meia parte de areia. Não se esqueça de terminar o processo com uma camada de substrato para evitar que moscas sejam atraídas.
Quando se fala em regar as plantas logo vem a mente manter o solo sempre úmido. Mas é preciso tomar alguns pequenos cuidados. Em primeiro lugar é bom saber que algumas plantas pedem mais regas que outras e, isto impacta no seu crescimento.
Numa adubação de base com adubo orgânico ou adubo de longa duração os nutrientes vão sendo libertados pouco a pouco. Se necessário, poder-se-á voltar a adubar semanalmente com um adubo completo, mineral e de rápida actuação. Se a planta continuar a mirrar e as folhas amarelecerem ou cairem mesmo, é urgente adubar.
Este adubo pode ser obtido em forma líquida, em pó ou em barrinhas. É indicado para um rápido fornecimento de nutrientes durante o período principal de crescimento. Adubos de longa duração: as “bolinhas” de adubo vão libertando os nutrientes pouco a pouco, o que pode levar 3,6 ou 9 meses, dependendo do produto.
Adubos orgânicos: a matéria-prima orgânica ou vegetal vai-se transformando pouco a pouco no chão, tendo o adubo, por isso, um efeito mais prolongado. Por outro lado, não é possível compensar uma falta extrema de nutrientes com adubos orgânicos.
Adubos de longa duração: as “bolinhas” de adubo vão libertando os nutrientes pouco a pouco, o que pode levar 3,6 ou 9 meses, dependendo do produto. Se, ao plantar, tiver utilizado um adubo de longa duração, só será necessário voltar a adubar daí a algumas semanas.