A Hemofilia A é um distúrbio de coagulação grave e na maioria das vezes, hereditário, no qual o sangue do indivíduo não coagula adequadamente, podendo levar a um sangramento sem controle, que pode ser ocasionado até espontaneamente ou por um pequeno trauma.
Os sintomas da hemofilia são os sangramentos, principalmente dentro das articulações e dos músculos. Mas também podem ser externos, por meio das mucosas do nariz, gengiva, etc. Ao contrário do que alguns imaginam, a pessoa com hemofilia, quando se machuca, não sangra mais rápido do que outra sem a deficiência.
Dependendo da gravidade da doença, um trauma aparentemente simples pode originar uma hemorragia grave que ameaça a vida do paciente. Além disso, os hemofílicos podem ter sangramentos internos e espontâneos que atingem os músculos e as articulações.
As pessoas portadoras de hemofilia, não possuem essas proteínas e por isso sangram mais do que o normal. Existem vários fatores de coagulação no sangue, que agem em uma seqüência determinada. No final dessa seqüência é formado o coágulo e o sangramento é interrompido.
O mais perigoso, porém, são os traumas em cabeça, porque o sangramento pode ser rápido e volumoso e requer acesso imediato ao tratamento.
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A Hemofilia é um distúrbio do sangue, em que o sangue não coagula devidamente. Trata-se de uma coagulopatia hereditária (Doença Hemorrágica), decorrente da deficiência quantitativa e/ou qualitativa de um ou mais fatores de coagulação.
Assim, ao sofrer alguma lesão, o hemofílico pode vir a sangrar por mais tempo do que uma pessoa com a coagulação normal. Além disso, a doença está também associada a frequentes sangramentos espontâneos nos músculos e órgãos, causando hemorragias internas difíceis de parar.
Os coágulos sanguíneos são uma resposta fisiológica natural do organismo humano, que auxiliam no controle de um sangramento ou hemorragia. Quando o corpo sofre um corte ou uma lesão, as células sanguíneas se agrupam, recobertas por uma proteína chamada fibrina, de forma a interromper o sangramento.
A chamada coagulação post-mortem de cadáveres já começa cerca de 5 minutos depois que o coração para de bater. Um sangue coagulado, como você pode imaginar, é muito mais difícil de ser extraído e não serve para executar as funções sanguíneas corretamente.
A hemofilia, herança ligada ao cromossomo X, ocorre com mais frequência no sexo masculino e pode causar sangramentos prolongados decorrentes da dificuldade de coagulação.
Aproximadamente 50% – 60% das pessoas com hemofilia A têm a forma grave da doença6 e costumam sangrar com frequência - uma ou duas vezes por semana – nos músculos ou articulações.
A hemofilia A ocorre por deficiência do fator VIII de coagulação do sangue e a hemofilia B, por deficiência do fator IX. A doença pode ser classificada, ainda, segundo a quantidade do fator deficitário em três categorias: grave (fator menor do que 1%), moderada (de 1% a 5%) e leve, acima de 5%.
É importante ensinar a criança a reconhecer, aos pouco, os sinais de um sangramento e a avisar aos familiares, sempre que sentir qualquer dor ou incômodo, para que as medidas preventivas (infusão de fator de coagulação, compressas de gelo e repouso) sejam tomadas tão logo sejam notados indícios de sangramentos.
Como o gene da hemofilia está ligado ao cromossomo sexual X, a maioria das pessoas com hemofilia é do sexo masculino. A hemofilia pode ocorrer em mulheres, mas isso é raro.
Nos casos em que alguma parte do corpo sofre um ferimento e começa a sangrar, as proteínas – que são os elementos responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento de todos os tecidos corporais – entram em ação para estancar o sangramento. Esse processo é chamado de coagulação.
Antes de engravidar, as mulheres com hemofilia devem conversar com o obstetra e com o hematologista. É preciso avaliar os riscos da gestação, do parto e de que a doença seja transmitida para a criança – o que pode chegar a 50%.
Você fica branco – e roxo
A gravidade deixa as primeiras marcas instantes depois da morte. Enquanto o corpo todo fica pálido, células vermelhas do sangue passam para as partes do corpo que estão mais próximas do solo, já que a circulação foi interrompida.
Quando a pessoa morre, o sangue para de ser bombeado pelo coração e segue a gravidade, sendo drenado para baixo. O líquido então fica inerte na parte de baixo do corpo, deixando uma mancha azulada. ... Lembrando que a água evapora e fica o conteúdo do sangue, que são hemácias, leucócitos e plaquetas.
Quantos dias leva para um corpo estourar? Depois de passar por muitos processos, o corpo humano acaba estourando logo após o término das etapas de putrefação. Sendo assim, após 30 dias da morte do ser humano, vai se formando um volume intenso de gases dentro do corpo.
Como saber se tenho um coágulo no corpo? De forma geral, “o coágulo, que chamamos tecnicamente de trombose, obstrui o fluxo sanguíneo. Então, a pessoa terá sintomas no local onde aconteceu. Esses sintomas são secundários ao acúmulo de sangue naquele órgão, naquela parte do corpo, seja inchaço, vermelhidão e dor.
A coagulação excessiva (trombofilia) ocorre quando o sangue coagula muito facilmente ou excessivamente. Distúrbios hereditários e adquiridos podem aumentar a coagulação do sangue. Os coágulos fazem os braços ou as pernas incharem. Os níveis séricos de proteínas que controlam a coagulação são medidos.
Nos distúrbios de coagulação, o sangue coagula muito rápido e pode resultar na formação de coágulos nas veias ou artérias. Algumas coagulopatias são herdadas, enquanto outras se desenvolvem devido a alguma doença ou tratamento com determinados medicamentos.
Hemofilia. A hemofilia é um distúrbio na coagulação do sangue. Por exemplo: Quando cortamos alguma parte do nosso corpo e começa a sangrar, as proteínas (elementos responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento de todos os tecidos do corpo) entram em ação para estancar o sangramento.
Existem dois tipos de hemofilia: a hemofilia A, que ocorre por deficiência do fator VIII de coagulação do sangue e a hemofilia B, por deficiência do fator IX.
Os pacientes com coagulopatias podem ser submetidos as cirurgias eletivas, sendo necessária uma equipe multidisciplinar, com ótima interação entre o cirurgião, hematologista, hemoterapeuta e laboratório de coagulação.