José, também chamado de Zafenate-Paneia, foi o décimo primeiro filho de Jacó, nascido de Raquel, citado no Antigo Testamento, em
Gênesis 37, e considerado o fundador da tribo de José, constituída, por sua vez, da tribo de Efraim e da tribo de Manassés.
José cresceu como o favorito de seu pai, Jacó. Ele foi o primeiro filho de Raquel, a esposa favorita de Jacó, que faleceu dando à luz seu segundo filho, Benjamin.
Motivos que tornaram José o favorito de Jacó em "Gênesis"
"José era o preferido de Israel, porque era o filho de sua velhice e, por isso, mandou fazer para ele uma túnica de mangas longas". (Gn. 37:3).
Quando José se tornou governador do Egito, segundo no reino, abaixo apenas de Faraó, ganhou a mão da jovem Azenate como sua esposa. Tiveram dois filhos, Manassés e Efraim.
Segundo São Mateus, o seu pai seria Jacob e a sua mãe Raquel. São José terá nascido em Belém, terra de David e dos seus descendentes, de onde terá ido viver para Nazaré, onde provavelmente terá morrido. Segundo São Mateus, São José seria um tekton, ou seja, uma espécie de mecânico e carpinteiro.
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José foi filho de Jacó com Raquel na Bíblia. Em Gênesis, os pais do rapaz ganharam atores diferentes por conta da passagem de tempo.
A Bíblia diz que Azenate era filha de um homem chamado Potífera. Esse homem era sacerdote na cidade de Om. A cidade de Om no antigo Egito era um centro do "culto solar". Inclusive, o nome Potífera é uma homenagem ao deus Rá do Egito.
Nas escrituras, José do Egito foi casado com Asenate (Letícia Almeida) – também escrito como Azenate em algumas traduções – após deixar de ser um escravo. No entanto, na Bíblia o casal não havia se conhecido antes de serem juntados como casal pelo faraó.
Por ser filho da mulher que amava e por quem trabalhara por 14 anos, Jacó amava muito a José e esse amor fortaleceu o seu caráter. Os irmãos de José o odiavam e, movidos pela inveja e pelo ódio, jogaram-no em uma cisterna e depois o venderam como escravo para o Egito.