Pacientes com transtornos mentais apresentam-se propícios ao desenvolvimento de alterações na cavidade oral em decorrência da dificuldade de acesso aos serviços odontológicos, ausência da motivação para o autocuidado, dentre outros fatores.
No entanto, o atendimento da enfermagem deve ir muito além, acolhendo e escutando o paciente com atenção e cuidado. O enfermeiro que está tendo o primeiro contato com um paciente que sofre de transtornos mentais deve aprender a direcionar a sua atenção em primeiro lugar no paciente e nas suas necessidades.
Como agir com pacientes cardiopatas na Odontologia?
Não existe, porém, uma definição oficial para o conceito de saúde mental, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). O termo está relacionado à forma como uma pessoa reage às exigências, desafios e mudanças da vida e ao modo como harmoniza suas ideias e emoções.
Os resultados do estudo demonstraram que os cirurgiões-dentistas com mais de vinte anos de atividade profissional queixam-se de doenças sabidamente relacionadas ao estresse psicológico tais como: distúrbios posturais, dores na coluna cervical, enxaquecas constantes, hipertensão arterial, depressão, fibromialgias, ...
Na área de saúde mental, o enfermeiro é o profissional que promove uma supervisão segura do paciente, bem como a administração de medicamentos e o aporte emocional.
Quais são os cuidados necessários em casos de emergência de pacientes psiquiátricos?
O cirurgião-dentista deve atentar para os pacientes hipotireóideos que fazem reposição hormonal, porque toleram menos os analgésicos opióides, e para os pacientes com hipertireoidismo, tratados com propiltiouracila, porque podem se queixar de parotidites e úlceras bucais e apresentar quadros de agranulocitose.
Manejo clínico com pacientes hipertensos
Mudanças de comportamento ou de humor, dificuldade de raciocínio ou concentração, problemas para conviver com outras pessoas ou expressar ideias com coerência, todos esses podem ser sinais de um transtorno mental.
O transtorno bipolar começa tipicamente na adolescência ou início da idade adulta e continua ao longo da vida. Muitas vezes não é reconhecido como uma doença e os pacientes podem sofrer por anos ou décadas sem o diagnóstico. O transtorno bipolar é muitas vezes difícil de identificar e diagnosticar.
Ainda que a pessoa com Transtorno Bipolar esteja em fase depressiva, não a culpe e nem a acuse. Em vez disso, tente sempre lembrar de como essa pessoa já sofre diante de tantas emoções e coloque-se à disposição para ajudá-la, caso ela precise de algo, nem que seja um ombro amigo para ouvi-la.
A presença de uma pessoa com Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) pode comprometer significativamente o ambiente de trabalho. Isso porque esses indivíduos costumam oscilar de humor e acabam deixando o local um tanto quanto instável.
Durante um episódio de oscilação a pessoa com transtorno bipolar tipo 2 pode achar que está melhorando da depressão, por estar mais sociável e com disposição. No entanto, esse aumento de euforia, na verdade, são desequilíbrios bioquímicos que contribuem para que aconteçam novas depressões no futuro.