Deve ser tratado com toracocentese e, em seguida, cirurgia quando apropriado. 3) A toracocentese deve ser realizada em caso de suspeita de infecção no espaço pleural e pH pleural inferior a 7,2. Se necessário, também pode ser seguido por cirurgia.
O empiema é definido como a presença de pus no espaço pleural.
Os sintomas do empiema pleural podem variar de gravidade. Os sintomas típicos incluem tosse, dor torácica, sudorese e dispneia. Pode ser observado hipocratismo digital em casos de natureza crônica.
As principais causas de empiema pleural são: condição pós-pneumonia (comunitária ou hospitalar), pós-operatório, iatrogenia, empiema secundário a trauma torácico, e obstrução brônquica devida a neoplasia central ou por corpo estranho.
O empiema pleural é o líquido pleural de aspecto purulento e/ou com identificação de bactérias, seja pelo Gram ou cultura.
O empiema é o derrame parapneumônico complicado, com secreção purulenta espessa. A medida que o derrame pleural evolui, é ativada uma cascata de coagulação que leva à diminuição da fibrinólise e deposição de fibrina, causando as loculações e espessamento pleural.
Um empiema é uma de pus dentro de uma cavidade natural. Deve ser diferenciada de abcesso, que é uma coleção de pús numa cavidade recém formada.
A maioria dos empiemas pleurais surge a partir de uma infecção pulmonar pré-existente. A cavidade pleural pode ser atingida por via linfática, sanguínea ou de forma direta. Em geral, os estafilococos são os principais agentes envolvidos e as pneumonias são a maior causa de propagação (nesses casos, por via direta).
Fase II – Fibrinopurulenta: A secreção já é purulenta, espessa, com presença de fibrina e grande número de células, em que predominam os polimorfonucleares.