O tratamento fisioterapêutico envolve:
A dor do membro fantasma pode ser descrita como uma dor neuropática, que ocorre devido a uma falha no mapeamento neurológico, alterando assim, a maneira em que o cérebro enxerga todos os membros corporais do amputado.
Chamado de dor fantasma ou síndrome do membro fantasma, afeta cerca de 70% das pessoas amputadas. O problema ainda tem suas causas estudadas (leia mais ao lado) e costuma ser combatido com técnicas como a terapia do espelho, a hipnose, a acupuntura e medicamentos.
Como manter a higiene do coto Lavar o coto com água morna e sabão neutro, pelo menos 1 vez ao dia; Secar a pele com uma toalha macia, sem raspar na cicatriz; Fazer massagem em torno do coto com creme hidratante ou óleo de amêndoas doces para melhorar a circulação e a flexibilidade da pele.
Outras causas possíveis de dor no membro fantasma incluem terminações nervosas danificadas e tecido cicatricial da cirurgia de amputação. Nem toda dor parece a mesma. O latejamento de uma dor de cabeça, por exemplo, é muito diferente da dor aguda de uma cãibra de estômago.
Jensen et al, descobriu ainda que a dor fantasma é consideravelmente mais frequente em pessoas que sofrem com dor no coto ou mesmo alguma alteração da sensibilidade cutânea na região. A medula espinhal também exerce função na modulação da dor fantasma. As evidências vem sendo demonstradas ao longo dos últimos anos.
Analgésicos opioides endógenos e fármacos anestésicos locais são duas opções que têm sido escolhidas no tratamento da síndrome do membro fantasma. Os primeiros são benéficos em dores neuropáticas, a exemplo das provenientes do câncer e da neuralgia pós-herpética.
Como resultado, eles enviam sinais de dor, uma resposta típica quando o organismo percebe que algo está errado. Estudos também mostram que, após uma amputação, o cérebro pode remapear aquela parte do circuito sensorial do corpo para outra parte do corpo.