Tente se sentir feliz com outras pessoas que não sejam somente com seus pais. Procure fazer amizades e quebrar um pouco o vínculo parental. Se você é jovem, está na hora de pensar nessa independência emocional. Se já é um adulto, procure sua independência emocional e se for o caso, a financeira também.
Seja capaz de dizer não: faz parte do equilíbrio emocional saber dizer não. Você precisa entender que respeitar o outro não significa abrir mão daquilo que é fundamental para recuperar e manter a sua autonomia emocional. Seja assertiva/o e respeite sua individualidade.
Quem sofre com a dependência emocional tende a querer exclusividade e, para isso, pode se valer de persuasão e chantagem. Nada do que o outro faça longe dele, ou seja, outros contatos e situações, têm valor.
Eliminar a dependência emocional é possível, mas para que isso aconteça é preciso que você tome a decisão de mudar, para só assim ter uma melhor qualidade de vida. As pessoas que sofrem de apego excessivo não aproveitam completamente as relações, se apegam demais e perdem sua individualidade.
O contrário disso caracteriza uma dependência, condição emocional ou comportamental que afeta a habilidade da pessoa em ter um relacionamento saudável e mutualmente satisfatório trazendo impactos negativos para esse convívio.
A dependência emocional é sempre acompanhada de carência excessiva. O dependente emocional se mostra uma pessoa fragilizada e fraca, que pode causar muitos desequilíbrios em qualquer tipo de relacionamento. Dificilmente uma relação verdadeira e autêntica suporta isso por muito tempo.