Dentre as técnicas para o preparo do corpo pós-morte, há o tamponamento egípcio que consiste na não utilização de algodão para tamponar os orifícios do corpo, sendo, em substituição ao mesmo, pingadas três gotas de vela no local da cicatriz umbilical.
A aplicação do produto, usado na conservação dos cadáveres, pode custar de R$ 1.
Na primeira, chamada de "corpo fresco", a temperatura do cadáver cai e o sangue deixa de circular - ele também se concentra em certas partes do corpo. Então, durante a "decomposição inicial", as bactérias começam a consumir os tecidos - a cor da pele também começa a mudar.
A gestão de cadáveres é um dos aspectos mais difíceis da resposta a desastres e os desastres naturais, em particular, podem causar um imenso número de mortes.
Detalhe: em países quentes como o Brasil, o cadáver é consumido por 60 espécies de insetos. Que nojo! 5. Os olhos ganham uma tonalidade amarelada após a morte. É melhor deixar os olhos dos mortos fechadinhos, não é mesmo?
Em um artigo na revista Nature, Black questiona o valor científico dessas fazendas, já que seus estudos são baseados em pequenas amostras e resultados altamente variáveis. A revista também cita um livro que Black publicou em 2018, no qual ela se refere às fazendas de cadáveres como "um conceito espantoso e macabro".