Somente em 28 de julho de 1823, quase um ano depois da emancipação do Brasil, o Maranhão aderiu a Independência. A partir desse acontecimento, o Maranhão deixa de ser Estado Colonial de Portugal para se constituir em Província do Império do Brasil.
28 de Julho
Conforme decreto do Governo do Estado, dentre as diversas medidas adotadas para o enfrentamento ao avanço da COVID-19,o feriado de Adesão do Maranhão à Independência do Brasil, celebrado em 28 de Julho, será antecipado para esta sexta-feira (26/03).
A adesão do estado ao processo de independência se dá no contexto de ascensão e consolidação comerciais do território local. Entender como se deu cada capítulo dos dias que precederam a oficialização maranhense na declaração de autonomia à metrópole portuguesa é fundamental para a formação da sociedade, a partir da segunda metade do século XIX.
Entretanto, com o fim do sistema escravocrata em 1888, o estado passou por um difícil período econômico e só veio se recuperar no início do século seguinte, por volta de 1910, com a industrialização do material têxtil. O Maranhão é o segundo maior estado da região Nordeste e tem uma população estimada em 6,3 milhões de habitantes.
Os portugueses decidiram reivindicar o território ocupado e expulsaram os franceses em 1615, sob comando de Jerônimo de Albuquerque Maranhão, que lutou ao lado de algumas tribos indígenas. O nome que deu origem ao estado tem relação com o Rio Marañón do Peru, que em linguagem tupi significa ‘mar’, ‘corrente’.
Oficialmente, antes da adesão, o Maranhão apresentava uma relação direta com Portugal do ponto de vista econômico e cultural. Segundo a história prevalecente, existia uma colônia portuguesa influente, que ocupava prioritariamente cargos públicos.