Na fosforilação oxidativa a reação da citocromo c-oxidase, último passo da cadeia de transporte de elétrons, é irreversível e, logo, um dos pontos de regulação importantes desta via. Inicialmente o controle desta enzima ocorre pela concentração de seu substrato, o citocromo c reduzido (c2+).
Quimiosmose é o movimento de íons através de uma membrana seletivamente permeável, para baixo de seu gradiente eletroquímico. Mais especificamente, ela relaciona-se com a geração de ATP, pelo movimento de ions hidrogênio através da membrana durante a respiração celular.
Embora o gás oxigênio só participe da fosforilação oxidativa, na sua ausência também não acontece o ciclo de Krebs, razão pela qual dizemos que essas são etapas aeróbicas da respiração celular, enquanto a glicólise é uma etapa anaeróbica.
Outros consistem na produção de trifosfato de adenosina (ATP) por fosforilação do difosfato de adenosina (ADP). Um terceiro tipo de fosforilação ajuda a manter o equilíbrio de açúcar no sangue dentro do corpo e a promover processos metabólicos. Embora existam muitos outros tipos, abordaremos esses três com mais detalhes.
Como já vimos, as poucas reações irreversíveis constituem potenciais pontos de controle das vias e são catalisadas por enzimas regulatórias sob controle alostérico. Na fosforilação oxidativa a reação da citocromo c-oxidase, último passo da cadeia de transporte de elétrons, é irreversível e, logo, um dos pontos de regulação importantes desta via.
Existem vários métodos diferentes usados para verificar a fosforilação, incluindo a marcação de grupos fosfato com radioisótopos, o uso de anticorpos específicos para a proteína fosforilada e a espectrometria de massa.