Quem trabalha como cortador de cana é: – canavieiro? ou – lavrador? Ambos os termos se usam no Brasil para os cortadores de cana-do-açúcar, mas o segundo, claro, não se aplica só a eles, é também sinónimo de agricultor, como em Portugal.
Eles são chamados de cortadores de cana ou simplesmente trabalhadores rurais,mas também tem o apelido de boia-fria,porque a comida (boia)que eles levam para o campo costumam esfriar antes do almoço.
Em sua ampla maioria, os cortadores de cana são trabalhadores do sexo masculino, negros, com faixa etária entre 19 e 40 anos, com pouca ou nenhuma escolaridade e sem qualificação profissional.
Tinham os senhores de engenho que eram os que comandavam os grandes engenhos e os trabalhadores que colhiam e plantavam cana, esses eram e ainda são chamados de cortadores de cana.
O Técnico em Açúcar e Álcool é o profissional que atua como elemento de ligação entre o Químico ou Engenheiro Químico e os operadores de produção das usinas sucroalcooleiras. Basicamente, trabalha no controle e na supervisão dos processos tecnológicos da produção de açúcar e álcool e subprodutos.
Agrônomos, engenheiros químicos e administradores especializados em agronegócios estão entre elas. Usinas procuram profissionais bilíngües. ... “Esse engenheiro é especialista em tudo o que envolve cana-de-açúcar.
O termo boia-fria foi difundido no centro-sul do país, quando trabalhadores sazonais eram chamados para trabalhar em colheitas, esses geralmente viviam, e ainda vivem, em áreas periféricas dos municípios e os atravessadores são os responsáveis pelo recrutamento.
Verificou também que cada cortador ganha R$ 6,72 por tonelada e que as pesagens realizadas pelas empresas são fraudadas. “No caso do corte da cana, o trabalhador não detém o controle exato da quantidade produzida.
O crescimento do dispêndio de energia e do esforço para cortar mais cana provoca ou a morte dos trabalhadores ou a perda precoce de capacidade de trabalho.
As espécies de canaviais variam dependendo dos níveis de água no ambiente, clima, variações sazonais, e o status de nutrientes e salinidade da água.
No século XVIII, plantações de cana começaram a ser cultivadas no Caribe, América do Sul, Oceano Índico e nações insulares do Pacífico e a necessidade de trabalhadores para a sua produção tornou-se um dos principais motores de grandes migrações humanas, incluindo trabalho escravo e servos contratados.
A planta representa a maior colheita do mundo em quantidade de produção. Em 2012, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) estimou que foi cultivado em cerca de 26,0 milhões de hectares de cana, em mais de 90 países, com uma colheita mundial de 1,83 bilhões de toneladas.