Com o registro, o boleto é associado a informações como como o nome e o CPF ou CNPJ do beneficiário. Consultar esses dados é a única maneira realmente eficaz de detectar uma fraude.
Em um boleto autêntico, o código de barras que aparece na região superior do documento deve ser o mesmo que aparece na parte inferior. Os três primeiros números da sequência correspondem ao código do banco emissor do documento — por exemplo, boletos do Bradesco sempre começam com 237, e os da Caixa, com 104.
É muito fácil! Basta procurar o seu banco e pedir para ativar o DDA. A maioria das instituições financeiras já permitem a ativação do DDA pelo internet banking ou aplicativo, basta utilizar a barra de pesquisa e digitar “dda” (sem aspas) ou então procurar essa opção no menu de pagamentos.
Na maioria das vezes, os criminosos enviam o boleto falso por vias alternativas como e-mail, SMS ou WhatsApp, em vez de fornecê-lo por canais oficiais, como lojas virtuais de confiança. Por isso, é sempre importante ficar atento ao receber o documento por esses meios.
Sendo assim, sempre verifique se o boleto contém informações como data de vencimento, CNPJ e nome do beneficiário. Caso note qualquer indício de fraude, procure a empresa listada no boleto e se certifique de que o documento é verdadeiro.
Uma boa gestão financeira exige esse tipo de organização, mas também tem os seus benefícios. Agora que você já sabe como identificar boletos falsos, coloque as dicas em prática e denuncie qualquer documento duvidoso que você receber!
Vale lembrar que se trata de uma forma de pagamento altamente popular no Brasil e, anualmente, são liquidados mais de 4 bilhões de boletos em todo o país. Infelizmente, os boletos falsos têm se tornado cada vez mais comuns.