A melhor forma de avaliar se o quadro respiratório de seu filho está sob controle é a observação da frequência respiratória e o esforço respiratório, ou seja, se o seu bebê estiver cansado e com dificuldades para respirar ou se apresenta chiado (“gatinhos" no pulmão).
A gente, indiretamente, infere que, se a saturação está boa (entre 93 e 95%), esse neném está bem oxigenado. Então, você pode e deve usá-lo, é um instrumento mais prático e provavelmente mais barato para monitorizar a oxigenação do recém-nascido.
O exame é importante porque ajuda a identificar doenças no coração do bebê. “Se essa saturação de oxigênio por esse aparelho que é o oxímetro de pulso for maior ou igual a 95% é um teste considerado normal”, explica Suely Dornellas, coordenadora da UTI neonatal do Hospital Santa Joana.
Segundo protocolo de organismos internacionais de saúde, o nível abaixo de 95% já pode ser considerado crítico.
Embora o oxigênio suplementar, as medicações e os treinamentos respiratórios sejam tratamentos eficazes e comuns para a saturação baixa, novas opções continuam a ser desenvolvidas. Um exemplo é o tratamento com células-tronco, que são colhidas do sangue ou da medula óssea, isoladas e reintroduzidas nos pulmões.
A melhor forma de lidar com uma saturação cronicamente baixa de oxigênio é através de intervenção médica, mas há algumas medidas que você pode tomar sozinho para melhorar os seus níveis. Respire lenta e profundamente.
Valores normais de saturação Uma pessoa saudável, com oxigenação adequada do corpo, costuma ter uma saturação de oxigênio acima de 95%, no entanto, é comum que por condições leves, como gripes ou resfriados, a saturação fique entre os 90 e os 95%, sem ser motivo de preocupação.
Durante o dia, você pode aumentar temporariamente a saturação de oxigênio fazendo um exercício simples de respiração com os lábios franzidos. Essa é uma das formas mais fáceis de levar oxigênio lenta e profundamente aos pulmões. Experimente realizar os seguintes passos: Inspire pelo nariz por dois segundos.