Esses animais liberam grandes quantidades de gás metano na atmosfera, que pode poluir até 21 vezes mais do que o gás carbônico. Além disso, o desmatamento causado para manter a agricultura e a pecuária em ampla escala colabora para a redução de florestas que atuam como importantes regiões de retenção de carbono.
A produção de carne é responsável pela emissão de gases poluentes e acelera os efeitos do aquecimento global. ... Além disso, reduzir o consumo de carne é também uma questão de saúde. Uma pequena mudança em sua alimentação pode provocar uma grande transformação para as futuras gerações.
Concretamente, em forma de impactos ambientais. O relatório publicado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) nesta semana, no qual se vincula o consumo excessivo de carne a um maior risco de se contrair câncer, além de irritar a indústria da carne pôs o foco sobre um problema às vezes menosprezado.
Tem mais depois da publicidade ;) Estudos mostram que a pecuária bovina é responsável pela emissão de pelo menos 50% dos gases-estufa, principalmente do gás carbônico (CO2) e do metano (CH4).
Consequências do efeito estufa → Agravamento da segurança alimentar, prejudicando as colheitas e a pesca. → Extinção de espécies e danos a diversos ecossistemas. → Perdas de terras em decorrência do aumento do nível do mar, que provocará também ondas migratórias. → Escassez de água em algumas regiões.
O gado libera grandes quantidades de gás metano da atmosfera, um poluente 21 vezes pior do que o CO2.
O gado libera grandes quantidades de gás metano da atmosfera, um poluente 21 vezes pior do que o CO2.
Diminuição ajuda a preservar a própria saúde, o bem-estar animal, a Amazônia e o clima da Terra. O desmatamento continua em alta na Amazônia brasileira. Cresceu 9,5% entre 20, chegando a 11.088 km2. São mais de 720 milhões de árvores abatidas em 12 meses.
O consumo diário de carnes vermelhas aumenta o risco de desenvolvimento de doenças cardíacas, podendo haver alteração no funcionamento do coração, aumento do colesterol, aterosclerose e pressão alta.
Um novo estudo feito com 16,8 mil pessoas nos Estados Unidos indica que a prática poderia reduzir pela metade a pegada de carbono, ou seja, as emissões de gases que produzem o efeito estufa — que têm uma grande relação com as atividades da pecuária.
Ouvir: Consumo de Carne e Aquecimento Global. O Brasil é o maior exportador de carnes do mundo, o que corresponde a 24% da sua produção. Nosso país possuía, em 2006, cerca de 190 milhões de cabeças de gado e a demanda por carne bovina não é só externa, mas interna também.
Os parâmetros de qualidade da carne bovina estão associados à quantidade e distribuição de gordura e à cor, para produto fresco, e à maciez, sabor, aroma e suculência, quando produto pronto para consumo.
Será que o consumo de carne agrava problemas ambientais, tais como o efeito estufa e o aquecimento global? Estudos mostram que a pecuária bovina é responsável pela emissão de pelo menos 50% dos gases-estufa, principalmente do gás carbônico (CO 2 ) e do metano (CH 4 ).
O consumo de carne, por exemplo, afeta o meio ambiente de diferentes formas, e muitas pesquisas buscam entender como a pecuária interfere nas mudanças ambientais. Nesse cenário, muitos movimentos que incentivam as pessoas a reduzirem o consumo de carne, como o “ Segunda sem carne ”, surgiram.