Grande variedade de fluidos pode ser administrada para reposição volêmica. Os fluidos empregados atualmente compreendem as soluções cristalóides, o plasma, a albu- mina ou as soluções de colóides sintéticos como as gela- tinas,adextranaemaisrecentementeohidroxietilamido.
A reposição volêmica deve ser feita com solução cristaloide, de preferência Ringer Lactato. A infusão deve ser feita 50% do volume calculado nas primeiras 8 horas e 50% nas 16 horas seguintes, mantendo a diurese entre 0,5 a 1ml/kg/h.
Uma vez confirmada a presença de choque, duas ações simultâneas devem ocorrer:
As principais perdas de volume de sangue e fluido corporal (por exemplo, devido a cirurgias ou lesões traumáticas) devem ser corrigidas imediatamente administrando soluções de infusão, ou seja substitutos do volume sanguíneo e / ou eletrólitos para evitar a má perfusão de órgãos secundária à hipovolemia.
De acordo com o grau de desidratação, calcular o déficit de fluido. Este déficit será reposto através das expansões iniciais e do soro de manutenção em 48 horas. Subtrair volume expandido do volume calculado de necessidade de líquidos e evitar volumes diários > 4000 ml/m2.
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Obter dois acessos venosos para reposição volêmica. Controlar a reposta hemodinâmica por controle de diurese de hora em hora, tendo como alvo 30 a 50 ml/h em adultos, ou ml/h nos casos de queimadura elétrica.
Pacientes com esgotamento de volume intravascular sem choque podem receber infusão a uma taxa controlada, tipicamente 500 mL/hora. Deve-se calcular o deficit de líquidos em crianças e deve-se administrar a reposição ao longo de 24 horas (metade nas primeiras 8 h).
As principais perdas de volume de sangue e fluido corporal (por exemplo, devido a cirurgias ou lesões traumáticas) devem ser corrigidas imediatamente administrando soluções de infusão, ou seja substitutos do volume sanguíneo e / ou eletrólitos para evitar a má perfusão de órgãos secundária à hipovolemia.
Os principais objetivos da reposição volê- mica são manter a volemia, otimizar a pré-carga e a capacidade de transportar oxigênio, manter a estabilidade hemodi- nâmica, o balanço hidroeletrolítico e ácido-básico, otimizar as trocas gasosas e a oxigenação dos tecidos e proteger a microvasculatura. Reposição Volêmica.
Há controvérsias sobre qual seria a melhor solução para fazer a reposição, sendo dependente da situação clínica existente e reações adversas posssíveis. Além dos cristalóides e colóides, inclui-se soluções hipertônicas e componentes sanguíneos como uidos de reposição.
**** Após controlada a hemorragia, caso exista como fator causador da hipovole- mia, a reposição do volume intravascular deve ser feita o mais rápido possível para reverter o quadro de isquemia tecidual.
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