A radioterapia é o tratamento mais utilizado para o câncer de vagina. O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes de alta energia para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. A radioterapia externa consiste na irradiação do órgão alvo com doses fracionadas.
A radioterapia por feixe externo usa raios X, com uma energia mais alta que a usada para diagnóstico. Cada tratamento de radioterapia dura apenas alguns minutos, mais o tempo de posicionamento da paciente. O procedimento em si é indolor.
Radioterapia externa (teleterapia) para o câncer de colo de útero. Neste tipo de radioterapia a paciente recebe a radiação de uma fonte externa, por meio de uma máquina semelhante a uma máquina de raio-X. Geralmente as sessões acontecem cinco vezes por semana, durante cinco a sete semanas.
A menos que a relação sexual ou o toque seja doloroso, a mulher deve ainda ser capaz de atingir o orgasmo. Mas, alguns estudos sugerem prudente esperar umas quatro semanas após o término da radioterapia para diminuir o inchaço e a inflamação e reduzir o risco de lesionar os tecidos.
Os efeitos colaterais mais frequentes do tratamento com radioterapia são:Fadiga. Um dos efeitos colaterais mais comuns. ... Reações cutâneas. ... Perda de cabelo. ... Alterações nas taxas sanguíneas. ... Náuseas e vômitos. ... Perda de apetite.
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Cansaço: o paciente deve intercalar as atividades cotidianas com períodos de descanso. Algumas pessoas preferem se afastar do trabalho, outras trabalham menos horas no período de tratamento. Reação da pele: a pele que recebe radiação poderá coçar, ficar vermelha, irritada, queimada, tornando-se seca e escamosa.
A radiação destrói as células cancerígenas, danificando seu DNA, as moléculas que contêm a informação genética, que destrói a sua capacidade de se dividir e se reproduzir.
Quando você é um paciente em tratamento contra o câncer, muitas vezes há a dúvida se quem tem câncer pode ter relação sexual. A resposta é: sim! Quem tem a doença não possui problemas quanto a isso, ainda que haja limitações. A vida sexual do paciente é comumente afetada por consequência dos tratamentos.
Como seu sistema imunológico pode estar enfraquecido, é especialmente importante evitar doenças sexualmente transmissíveis. Se você tiver relações sexuais durante o tratamento quimioterápico, é importante praticar o sexo com o uso de preservativos ou outras barreiras para evitar fluidos corporais.
Primeiro passo é descobrir as causas da falta de desejo. Se a causa for uma doença física é necessário fazer tratamento com um profissional da medicina. Se for alguma questão emocional ou a influência de fatores externos, sessões com um especialista da saúde mental vão te ajudar.
Tradicionalmente o tratamento com finalidade curativa dura cerca de 25- 30 sessões, sendo associada à sessões de braquiterapia. Naquelas pacientes já operadas, e cujo risco da doença voltar seja elevado, a radioterapia adjuvante (após a cirurgia) pode ser utilizada como forma de minimizar este risco.
O câncer de colo do útero quando diagnosticado em fase não invasiva ou em estágio I tem altas chances de cura (entre 80 e 90%). Há chance em estágios posteriores, mas ela diminui conforme o quadro estiver mais avançado.
Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas. Às vezes, é necessário o uso de um acesso intravenoso um pouco maior e mais resistente para fazer a quimioterapia, que são conhecidos como cateteres venosos centrais, dispositivos de acesso venoso central ou linhas centrais.
Ela consiste na aplicação de radiação, geralmente de raios X, ou de elétrons de alta energia, produzidos por um equipamento chamado acelerador linear de partículas. Sua função é impedir que as células cancerosas se multipliquem, inibindo o crescimento do tumor e o destruindo.
A quimioterapia, como já dissemos, apresenta sintomas e efeitos colaterais mais agressivos, que vão desde enjoo, náuseas e cansaço até a tão temida queda de cabelo, anemias e problemas de fertilidade. Já na radioterapia os efeitos estão mais relacionados com a área que está sendo tratada.
Efeitos colaterais
Náuseas e vômitos. Sintomas na bexiga, como ardência, dor ao urinar ou sangue na urina. Diarreia. Sangue nas fezes e/ou urina.
Uma pessoa saudável não pode "pegar" câncer de alguém com a doença. Não existem evidências de que o contato próximo ou ações como sexo, beijar, tocar, compartilhar refeições ou respirar o mesmo ar pode passar o câncer de uma pessoa para outra.
A doença não passa de uma pessoa para a outra por contágio como ocorre com resfriados, por exemplo. No entanto, alguns vírus oncogênicos, isto é, capazes de produzir câncer, podem ser transmitidos pelo contato sexual, por transfusões de sangue ou por seringas contaminadas.
Não, o câncer não é contagioso. Mesmo os cânceres causados por vírus não são contagiosos como um resfriado, ou seja, não passam de uma pessoa para a outra por contágio.
Geralmente, os medicamentos chamados de citotóxicos, que são os que atacam células que se proliferam rapidamente (bastante utilizados no tratamento do câncer), possuem um tempo de duração dos efeitos entre horas e poucos dias. Já no caso dos anticorpos, este tempo é mais longo, variando de muitos dias a meses.
“O número de vezes que se tem relações sexuais costuma variar, em média, entre uma e três vezes por semana, sendo que fatores ambientais, culturais e relacionados à idade influenciam essa frequência”, explica o sexólogo Eduardo Siqueira Fernandes.
Se o paciente se recuperar bem, pode retornar ao trabalho logo. Existem exceções e casos específicos nos quais pode ser solicitado que o paciente permaneça em repouso, embora isso seja menos comum.
A radioterapia externa não deixa nenhum tipo de radiação remanescente. As pessoas que estarão em contato com o paciente em tratamento não estarão expostas a nenhum tipo de radiação. A radiação permanece no corpo apenas durante o tempo em que o paciente fica no aparelho (de 7 a 15 minutos).
Mito. A imunidade, na maioria das vezes, não é alterada pela radioterapia. Durante tratamento, muitas vezes, nem mesmo é necessário a realização de exames de sangue periódicos, para verificar se houve dano a imunidade.
Os efeitos colaterais da radioterapia normalmente surgem após 2 ou 3 semanas do início do tratamento e podem permanecer por até 6 meses após o fim do tratamento e incluem náusea, vômito, febre e dores pelo corpo, além da queda de cabelo.
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