Ao andar com uma pessoa cega, deixe que ela segure seu braço. Não empurre ou puxe: pelo movimento de seu corpo ela saberá o que fazer. Ao auxiliar a pessoa cega a atravessar a rua, pergunte-lhe antes se ela necessita de ajuda e, em caso positivo, atravesse-a em LINHA RETA, senão ela poderá perder a orientação.
Através do Braille (sistema de leitura e escrita para deficientes visuais), o cego pode ler qualquer informação ou conteúdo. ... Através da audição um cego atravessa uma rua, reconhece as pessoas, trabalha com sons e etc. A bengala/guias táteis possibilitam a cego ser independente.
Ao avistá-lo, logo se prontifique, não permita que ele tenha o trabalho de buscar ajuda por si só. Nunca puxe o Deficiente Visual pelo braço. Ofereça seu cotovelo, ou se você for muito mais baixo do que ele, ofereça seu ombro para que ele apoie a mão.
1 – Não trate as pessoas cegas como seres diferentes somente porque não podem ver. Saiba que elas estão sempre interessadas no que você gosta de ver, de ler, de ouvir e falar. 2 – Procure não limitar a pessoa cega mais do que a própria cegueira o faz, impedindo-a de realizar o que sabe, pode e deve fazer sozinha.
Como não têm memória visual, os cegos de nascença não sonham com imagens – e sim com os outros sentidos: ouvem coisas, têm sensações táteis e sentem cheiros. Também sonham que estão fazendo algum movimento e, assim como as pessoas que enxergam, é comum sonharem que estão voando ou caindo de grandes alturas.
Como atender pessoas cegas ou com deficiência visual. Deixe que a pessoa sente-se sozinha. Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que a pessoa tenha também uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar.
Dizendo o que não se deve fazer no contato com a pessoa cega, define-se, em linhas gerais, um modo de tratamento adequado às interações das quais ela participa.
As pessoas que estabelecem contato com pessoas cegas, seja de forma ocasional ou regular, revelam-se de um modo geral inseguras sobre como agir diante das diferentes situações que possam ocorrer. É importante, antes de tudo considerar que a convivência em qualquer nível ou dimensão, constitui tarefa complexa.
Para as pessoas com deficiência isso é muito importante”, ressaltou. O cego, completou, busca autonomia e independência, mas isso não significa correr risco, alertou. Pensando no bom relacionamento com pessoas cegas, o Ismac elaborou um material impresso que traz 21 dicas de convivência. O Lado B reproduz: 1.
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