O paradigma tradicional procura uma verdade, ou uma versão exata. Com a história nova, existe o tratamento que considera a representação de verdades, de versões que se aproximam, que se distanciam, ou não da verdade absoluta que para esta categoria não existe.
A nova história é a história das soberanias: trata-se de estabelecer uma história que banaliza as formas de representação coletivas e as estruturas mentais das sociedades, cabendo ao historiador a análise e interpretação crítica dos dados.
Histórias tradicionais, ou histórias sobre tradições, diferem tanto da ficção como da não ficção, em que a importância de transmitir a cosmovisão da história é geralmente entendida como transcendendo uma necessidade imediata de estabelecer sua categorização como imaginária ou factual.
Para além da revolução documental a História Nova também abarcou novos domínios e conceitos, entre os seus principais estão à história da longa duração, história das estruturas, antropologia histórica, história das mentalidades, história da cultura material, dos marginais e do imaginário.
O termo “História Nova” ou “Nova História” foi lançado em 1978 por alguns membros do chamado grupo dos Annales, conforme Guy Bourdé e Hervé Martin.
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O conceito de uma "História da Cultura" nos remete ao fim do século XVIII e baseia-se na crença do Iluminismo de que se deve observar e estudar a contínua e permanente evolução (ou desenvolvimento) da humanidade, inclusive elementos e comportamentos decorrentes do acaso ou ainda inconscientes.
A Nova História Cultural trouxe novos paradigmas, dentre eles o de prática e repre- sentação, “a história das práticas religiosas e não da teologia, a história da fala e não da lingüística, a história do experimento e não da teoria cientifica” (p. 78).
As gerações dos Annales vieram a refletir sobre questões relevantes para o avanço historiográfico e ampliando as possibilidades de análise históricas pensando uma história total ou global. A Escola dos Annales elaboram uma nova forma de pensar a construção histórica a partir de uma problemática.
A questão da relação da “Nova” História com a Escola dos Annales dá lugar a diversas controvérsias. A primeira delas refere-se a própria existência ou não do que se convencionou chamar de Nova História. A segunda, diz respeito a se haveria algo radicalmente “novo” na referida escola.
Os dois principais nomes da fundação desse periódico eram Lucien Febvre e Marc Bloch, e seus principais objetivos consistiam no combate ao positivismo histórico e no desenvolvimento de um tipo de História que levasse em consideração o acréscimo de novas fontes à pesquisa histórica e realizasse um novo tipo de abordagem ...
Os contos tradicionais eram originalmente difundidos de boca em boca. Com o tempo, as narrações acabaram sendo coletadas em livros, adaptando-se ao formato impresso. Isso permitiu que os contos permanecessem válidos ao longo da história. Um exemplo de conto tradicional é “O Gato de Botas”.
Que tipo de histórias existem?Conto de fadas. ... Contos de animais. ... Contos de costumes. ... Fantasia. ... Realista. ... De mistério. ... De terror. ... De comédia.
Contos populares (ou folclóricos) são narrativas passadas de geração em geração. Elas não têm autor conhecido. Cada história é aumentada e modificada à medida que vai sendo repetida. A autoria é atribuída ao povo — folk, em inglês.
A Nova História trouxe uma pluralização de novas temáticas e, nesse sentido, uma atenção especial seria dada às formas de perceber a sociedade através da cultura. A história das classes subalternas, dos marginas ou daqueles “vistos de baixo” passaram a ter um diálogo frutífero no campo da cultura.
Referências às abordagens historiográficas apontam imediatamente para três correntes: o positivismo, o marxismo e a escola dos Annales. Como fruto destas, pode-se citar outros exemplos de possibilidades interpretativas como a historiografia social inglesa e a nova história.
São conceitos fundamentais da chamada Nova História Cultural francesa: Práticas e representações 7. A partir dos anos 1970, a história social francesa, o estruturalismo e o marxismo receberam uma série de críticas.
Sob esta visão, a História era relatada como uma crônica de acontecimentos, o novo modelo pretendia em substituir as visões breves anteriores por análises de processos de longa duração com a finalidade de permitir maior e melhor compreensão das civilizações das “mentalidades”.
A grande crítica da ciências sociais e em particular do estruturalismo antropológico de Lévi Strass em relação à história, vai contra o tipo de história positivista, que encontra-se em busca da verdade e da neutralidade e não diretamente aos novos movimentos de análise historiográfica.
A Escola Annales é um movimento historiográfico que ocorreu na França e seus principais objetivos consistiam no combate ao positivismo histórico e no desenvolvimento de um tipo de História que levasse em consideração o acréscimo de novas fontes à pesquisa histórica, o novo modelo pretendia em substituir as visões ...
Influenciados pelas ideias durkheimiana os Annales dão importancia a interdisciplinaridades, deveria haver uma unidade entre a História e as ciências sociais, de forma que as formas de pensar em História, estejam abertas as problemáticas e a metodologias existentes em outras ciências sociais.
A primeira delas, a fase de fundação, é identificada por seus criadores Marc Bloch e Lucien Febvre. A segunda fase, já em torno de 1950, é caracterizada pela direção e marcante produção de Fernand Braudel.
A história das mentalidades é uma modalidade historiográfica que privilegia os modos de pensar e de sentir dos indivíduos de uma mesma época.
A História Cultural enfoca não apenas os mecanismos de produção dos objetos culturais, como também os seus mecanismos de recepção (e já vimos que, de um modo ou de outro, a recepção é também uma forma de produção).
Essa relação implica o reconhecimento da historicidade da existência humana, cujos valores decorrem de apreensões de caráter cultural que não decorrem da natureza das coisas, mas sim de valores atribuídos no intuito de compreender o mundo.
Os tipos de fontes são: documentos textuais, vestígios arqueológicos, representações pictóricas e registros orais. Alguns exemplos de fontes: texto escrito, vídeos, fotos, áudios, resquícios de objetos históricos, quadros.
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