O acesso à educação é um fator decisivo no nível de desigualdade social e econômica de um país. A falta de escolarização de algumas classes sociais é apontada por diversos estudos como uma das principais causas da pobreza e da desigualdade de renda.
De acordo com o filósofo Rosseau, a desigualdade tende a se acumular. Logo, determinados grupos de pessoas de classes sociais e econômicas mais favorecidas têm acesso a boas escolas, boas faculdades e, consequentemente, a bons empregos. Vivem, convivem e crescem num meio social que lhes está disponível.
Embora a concentração de renda tenha caído em quase todas as grandes regiões brasileiras, sendo o menor índice no Sul (0,467) e a maior redução no Norte (de 0,551 para 0,537), a alta na desigualdade do Nordeste, que passou de 0,545 para 0,559, contribuiu com a estabilidade do índice de Gini em 2019.
Umas das consequências mais graves são a pobreza, a miséria e a favelização. Ademais, a desigualdade social traz: Fome, desnutrição e mortalidade infantil, Aumento das taxas de desemprego.
A expansão da pandemia de Covid-19 pelas favelas, periferias e interiores do Brasil escancarou a perversa desigualdade social e econômica entre as classes sociais, naturalizada e aceita por grande parte da sociedade e das instituições do Estado, o que representa uma barreira às recomendações de higiene básica, ...
A desigualdade mostrada pelo relatório pode ser explicada por uma série de fatores, segundo Katia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil. Três deles, contudo, são determinantes para que o país permaneça numa posição negativa nos próximos anos: o racismo, a questão de gênero e a tributação de impostos.
Veja também: Desigualdade social – outro problema tão nocivo quanto a desigualdade de gênero A classificação das pessoas pelo gênero como melhor ou pior, inferior ou superior, gera consequências em todos os âmbitos da vida social.
Dados sobre a desigualdade de gênero. O Fórum Econômico Mundial realiza anualmente uma pesquisa que compara a paridade de gênero entre 153 países. Conforme dados de 2019, a equidade de gênero no mercado de trabalho só será alcançada daqui a 257 anos se permanecermos no ritmo atual.
Diariamente o noticiário brasileiro reúne casos que exemplificam como a desigualdade social atinge a sociedade e impede que uma grande parcela da população consiga melhorar sua qualidade de vida. Educação e saúde de qualidade e saneamento básico são alguns dos pontos que mostram como ricos e pobres tem acessos distintos a direitos básicos.
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