Em geral, o humor vem do uso eficaz de estratégias discursivas, como a dupla interpretação ou o realce de características de determinada situação ou personagem. No caso dessa tirinha, é possível apresentar outros exemplos e encontrar o padrão da personagem, que é sempre muito autoconfiante.
Outro efeito de sentido muito comum é a ironia que consiste na utilização de determinada palavra ou expressão que, em um outro contexto diferente do usual, ganha um novo sentido, gerando um efeito de humor. Exemplos: – Que menino educado! Entrou sem cumprimentar ninguém!
Várias teorias tentam explicar o humor, mas não há consenso. O humor é meramente uma reação do sistema límbico cerebral (respon- sável pelas emoções e comportamentos) ao processar informações em parceria com o córtex (que controla nossas ações voluntárias).
O exagero dele em falar que o tal problema requer muita pressa para ser resolvido e a contradição do próprio em pedir calma.
Para alguns especialistas, humor é uma forma de inteligência ligada a habilidades sociais. Quem tem boa memória, e repara nos gestos e palavras alheios, costuma ser mais engraçado. Isso faz sentido: se você observa e se lembra de cenas divertidas, é mais provável que você possa imitá-las.
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